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  • Treinam Mentorias

Escrito por Murray Stassen. Traduzido por Izabel Muratt. A IFPI, organização que representa a indústria da música gravada em todo o mundo, e seu grupo nacional, Pro-Música Brasil, revelaram uma série de ações recentes bem-sucedidas contra os serviços de manipulação de streaming em operação no país. A manipulação de streaming envolve a criação de "execuções" artificiais em serviços de streaming de música digital que não representam uma escuta genuína.

Esta última ação segue a notícia de que 14 sites foram forçados a interromper a oferta de serviços de ‘ falso play’ no Brasil em outubro do ano passado.

Em agosto de 2020, cinco sites de 'fluxo falso' também foram forçados a encerrar a operação por liminares na Alemanha.

Mais de 65 serviços de manipulação de streaming foram afetados pelas recentes ações da indústria musical no Brasil, incluindo 10 sites que foram derrubados e 20 sites que deixaram de oferecer serviços de 'stream falso'.

Outras 35 listagens de serviços de manipulação de streaming de música foram removidas do mercado online Mercado Livre.

Os resultados anunciados hoje provêm da colaboração contínua entre a IFPI, Associação Brasileira de Proteção aos Direitos Intelectuais Fonográficos (APDIF), a Pro-Música Brasil e a Cyber ​​Gaeco, a unidade de crimes cibernéticos do Ministério Público de São Paulo.

“A MANIPULAÇÃO DE STREAMING NÃO TEM LUGAR ESPECÍFICO NA MÚSICA; CONTINUAMOS A ENFRENTAR ISSO GLOBALMENTE. ” Frances Moore, IFPI

Frances Moore, CEO da IFPI, disse: “A manipulação de streaming não tem lugar na música; continuamos a enfrentá-la globalmente.

“A Pro-Música Brasil, APDIF e Cyber ​​Gaeco alcançaram um resultado fantástico, que apóia o crescimento e desenvolvimento contínuos do próspero mercado de música digital legítimo do Brasil.”

“GOSTARÍAMOS DE AGRADECER APDIF E CYBER GAECO PELO SEU APOIO E COLABORAÇÃO CONTÍNUOS.” Paulo Rosa, Pro-Música Brasil

Paulo Rosa, Diretor da Pro-Música Brasil, acrescentou: “Fechamos, com sucesso, quatorze serviços de manipulação de streaming no Brasil no ano passado, com base em processos criminais e notificações de cessação e anulação. Desde então, temos trabalhado muito com nossos parceiros da indústria para lidar com outros sites importantes que oferecem serviços de manipulação de streaming."

“Gostaríamos de agradecer à APDIF e à Cyber ​​Gaeco por seu apoio e colaboração contínuos."

Matéria original aqui.


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Na quinta-feira (17) a Treinam (Turma Remota de Ensino Intensivo Para Artistas Mulheres) fez um ano e para comemorar a data recebeu a cantora MC Carol em aula especial.


A turma formada por alunas musicistas em início de carreira de todo o Brasil pôde conferir fala inspiracional da MC carioca, um dos maiores nomes do funk da atualidade, contou das dificuldades de ser uma artista da periferia, da convivência abusiva com homens seja no convívio familiar ou na equipe, da dificuldade e necessidade de saber lidar com o dinheiro que começa a surgir quando a carreira decola, de sexualidade, negritude, sociedade e gordofobia entre diversos assuntos importantes à comunidade de artistas mulheres.


Sucesso com músicas como “Minha Vó Tá Maluca”, registradas em DVD da Furacão 2000, MC Carol ficou conhecida pelo grande público em 2015 ao participar de “Lucky Ladies”, reality show da FOX. Em 2016, lançou “Bandida”, seu primeiro álbum, e surpreendeu ao cantar temas como a realida


de das comunidades, a sexualidade e o feminismo. Com esse trabalho, Carol mostrou que o funk pode ser usado como arma para dar a letra sobre ser resistência. Do disco surgiram sucessos como “Não foi Cabral”, “Delação Premiada” e “100% Feminista”.


Nos últimos anos, MC Carol fez shows nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Portugal. Palestrou na Brown University, foi atração da edição 2019 do Rock in Rio e viralizou com sua participação na primeira temporada do reality show “Soltos em Floripa”, da Amazon Prime Video.


A funkeira foi anunciada como


uma das integrantes da turma inaugural de artistas do #YouTubeBlack Voices / Fundo Vozes Negras, iniciativa idealizada pelo YouTube para potencializar artistas e criadores negros, munindo-os de recursos para terem sucesso e visibilidade na plataforma e fora dela.


“Levanta Mina” foi a primeira amostra do novo álbum de MC Carol, “Borogodó”, a ser lançado ainda no primeiro semestre de 2021 e que trará a veia cômica - que é característica da artista - ao lado de músicas que vão abordar temas como a sexualidade do ponto de vista feminino, além da gordofobia e machismo, questões que a MC combate no dia a dia.




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Passou voando e a gente voou junto com essa passagem de 365 dias em volta do sol: hoje a Treinam, nossa Turma Remota de Ensino Intensivo para Artistas Mulheres, completa seu aniversário de um ano! Em junho do ano passado, seis mulheres de diferentes áreas do mercado da música que nunca se viram na vida se conectaram pela web, por um ideal em comum e pelo coração para tirar do papel a iniciativa pioneira e inovadora de oferecer conhecimento e prática de gestão de carreira para musicistas dos cinco cantos do Brasil.


Tudo isso será comemorado hoje, às 19h30, com aulão especial guiado por MC Carol, uma das artistas mais expoentes da música na atualidade que vai dividir com a gente muito das experiências que a fizeram construir uma carreira sustentável na música popular e no funk.


A história da Treinam tem a cara e a coragem desses tempos difíceis. Sabíamos que algo precisava ser feito para trazer mais mulheres ao protagonismo do music business, afinal, para se ter uma ideia, menos de 3% dos produtores musicais no Brasil são mulheres e, segundo a UBC (União Brasileira de Compositores), do total dos valores distribuídos em 2019 pela entidade apenas 9% foram para elas.


Não bastasse esses déficits históricos puxados diretamente por problemas estruturais que tantas de nós discutimos vida a fora com os outros e com nossos espelhos, temos consciência de que todes, de um forma ou outra, estamos mentalmente esgotades e perdides pela avalanche de mudanças impostas pela pandemia. E, se juntas somos mais fortes, bora ser? Assim é a Treinam: mais do que um programa de mentoria de carreira, uma comunidade de apoio no mais amplo sentido da palavra.


A Treinam foi feita não só pela professora de música Julie Sousa, pela produtora Izabel Muratt, pela designer Dride, pela social media Nathalia Moura, pela gestora cultural Aryane Sanchéz e pela jornalista Isis Correia, ela tem sido feita pelas 61 mulheres-alunas-artistas que embarcaram nessa com a gente em duas turmas que já colocamos pra jogo entre 2020 e 2021.


A Treinam tem sido feita pelos maiores nomes do mercado cultural do Brasil e do mundo que aceitaram atrelar seus nomes à nós como convidades, mentores e apoiadores, representantes de grandes marcas como Natural Musical, Itaú Cultural, Boogie Naipe, Ingrooves, Warner Chappel, Ecad, Foco na Missão, Hi-Hat Girls, Fundação Casas Bahia, Baer Mate, Música e Mercado, Anafima, Femnoise, Casa do Roadie, Torelli, Podsim, Orion Cymbals, Loner Sheep, Design Per Music e Agência 1a1.


À todes, o nosso mais profundo agradecimento não só por abraçarem a Treinam, mas, por, assim como a gente, trabalhar com sua arte e suas ferramentas por novos mundos possíveis. E eles são. E a gente é a prova viva das novas realidades que despontam.


A #TreinamFaz1



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